Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Variados’ Category

Boas Festas!

natal2014

Read Full Post »

cartão 2014_blog

Read Full Post »

Natal12

Read Full Post »

Fiquei muito feliz em ter meu trabalho divulgado e comentado no blog da revista americana “The Polymer Arts”! É  muito gratificante receber esse retorno por algo que fazemos com muito amor e  dedicação:

http://www.thepolymerarts.com/blog/organic-cohesiveness/#comment-21

Read Full Post »

Eu, Luis Ditter e Biazinha

Na geladíssima segunda-feira paulistana passada, tive a grata e calorosa satisfação de conhecer pessoalmente o meu querido amigo de artes e internet, gaúcho de Canoas, Luis Ditter.

Talentoso escultor, que modela como ninguém pessoas e personalidades em polymer clay (Bozzi), havia feito há pouco mais de dois anos uma escultura que é uma mini réplica perfeita minha, a Biazinha. Na ocasião já havia sido uma surpresa e emoção muito grande, pois eu não o conhecia até saber dessa sua proposta.

Fizemos na época uma baita bagunça pela internet, divulgando as etapas da modelagem de minha bonequinha. Mas… ele lá no  Rio Grande do Sul e eu em São Paulo (ele fez somente com fotos que posteriormente lhe enviei).

Depois de pronta, eu tinha enorme curiosidade em conhecer esse trabalho de pertinho… mas isso nunca acontecia! Muitos acidentes ocorreram e parecia que nada dava certo para a vinda de Biazinha a São Paulo,  eu também não retornei mais à Porto Alegre, e assim o tempo passou… 😦

E não é que, para minha surpresa, Luis veio a São Paulo na semana passada, almoçamos juntos e eu a ganhei de presente? Não preciso nem dizer da emoção que senti… né? 😀  Adorei muito, muito, muito a Biazinha e, principalmente, o enorme carinho e simpatia do meu amigo Luis!

Valeu, Luis, amei o presente, um super mega obrigada! 😀

Se você quiser também conhecer mais sobre o lindo trabalho que o Luis faz, acesse seu blog:

Ah… e, sem que eu percebesse,  escondidinho ele  filmou meu encontro com a Biazinha, afinal, depois de tanta espectativa, isso merecia mesmo ser registrado! 😉

Abaixo, as etapas do desenvolvimento da Biazinha que na época fui postando aqui no blog:

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Parte 9

Parte 10

Read Full Post »

Sei que o assunto já foi desgastantemente debatido esta semana por toda a mídia. Mas não dá para ficar em silêncio ao levantar o tapete e ver o que se esconde embaixo.

Utilizando essa mesma Lei Rouanet, outros artistas BEM SUCEDIDOS também se beneficiaram. Lei esta que, MORALMENTE, deveria ser aplicada somente em casos cujos benefícios fossem convertidos também em benefícios culturais à população. Mas não é o que vem acontecendo.

Bethânia apenas amargou o azar de cair na mídia com seu benefício próprio e a coisa toda veio a tona, mas não foi a única e nem a primeira a se utilizar disso. Seu irmão Caetano também foi beneficiado pela mesma lei em 2007, com benefício de 1,7 milhão arrecadados para (pasmem) divulgar seu novo CD, com uma série de shows (com ingressos pagos, claro).

Em 2006, a própria Bethânia já havia captado e se beneficiado com recursos obtidos através dessa mesma lei, para uma turnê de shows (com ingressos pagos também), num total de captação de 1,8 milhão.

Ivete Sangalo também não fez por menos, aliás, fez por mais… pois se beneficiou da mesma lei para captar nada menos que um pouco mais que 1.950.000.00, isso mesmo, quase 2 milhões de reais para fazer 6 shows (pagos) em algumas capitais do Brasil. Isso porque é a artista que mais lucra atualmente no país.

Gilberto Gil também se beneficiou de quase meio milhão para produzir um DVD contando sua tragetória (será que culturalmente alguém conseguiria viver sem isso?).

Vanessa da Mata também se beneficiou com uma mãozinha de 900 mil para produção de um DVD.  O caríssimo Cirque du Soleil, com ingressos a quase 500 reais, também encontrou seu lugarzinho ao sol, enquanto exposições maravilhosas como “Leonardo da Vinci” e  “Corpo Humano”, tentaram e nada conseguiram. Deu pra perceber que de “democracia cultural” essa lei, da forma como funciona, nada tem, não é?

E por aí vai… Uma lei que tornou-se imoral por meter a mão no bolso da população, utilizando recursos que seriam da União na arrecadação de impostos.

Citei apenas alguns casos, entre tantos outros.

Nenhum desses casos que citei acima referiu-se a algum artista necessitado que não tivesse condições de bancar seu próprio projeto, muito pelo contrário. Todos também tiveram fins lucrativos PARTICULARES, sem nenhum benefício revertido à população. Digo revertido pois, se a UNIÃO pagou por eles, pela lógica deveriam ser gratuitos, já que foi o dinheiro dos impostos que TODOS NÓS PAGAMOS QUE CUSTEOU ESSA BANDALHEIRA TODA.

Mas o problema todo está na própria Lei Rouanet que não especifica regras, dá abertura aos espertalhões, e isso abre portas (e bolsos) para abusos – INFELIZMENTE LEGAIS – embora imorais sob muitos pontos de vista, para que continuem acontecendo.

Acho que está mais do que na hora do Ministério da Cultura rever essas normas todas e ditar regras severas e explícitas que regulamentem isso de forma mais ética,  justa e sem distorções.

Nada contra a Lei Rouanet, muito pelo contrário, ELA TEM QUE EXISTIR, apenas fico indignada com a forma deturpada e tendenciosa como vem sendo aplicada, beneficiando artistas bem sucedidos que não necessitam desse auxílio, mas que o conseguem justamente pelo nome e influência que têm, recheando ainda mais suas já polpudas contas bancárias. Com isso, quantos projetos realmente culturais e interessantes, voltados à população, mas absolutamente sem verbas, encalham num canto qualquer do Ministério da Cultura sem conseguirem aprovação e auxílio algum da Lei Rouanet.

Enquanto isso continuaremos pagando de nossos bolsos a produção de shows, turnês, dvds, blogs e afins de Ivetes, Vanessas,  Caetanos, Gilbertos e quantas Bethânias mais?

Creio estar mais do que na hora de darmos um basta em tudo isso exigindo que TIREM A MÃO DO NOSSO BOLSO!


Nota posterior: Isso sem comentar casos mais escusos, como do ator e pseudo diretor Guilherme Fontes, do imaginário filme “Chatô, o Rei do Brasil”, que nunca foi concluído nem lançado e teve verbas desviadas. Valor arrecadado? Somente 15 MILHÕES DE DÓLARES, valor que daria para produzir 10 longa-metragens de orçamento médio no Brasil. Com dinheiro de quem? Com dinheiro meu, seu, de todos nós!

Read Full Post »

Hoje senti vontade de escrever sobre um segmento de trabalho que já deixei lá atrás faz muito tempo, mas que, se analisarmos bem, sempre estará em pauta em todas as outras áreas que atuamos.

Fui desenhista de publicidade por muitos anos, e até mesmo diretora de arte em uma pequena agência. Tive também, por alguns anos, um estúdio de artes gráficas lá no coração da avenida Paulista, aqui em São Paulo. Isso tudo numa época tão remota, na qual dentro de uma agência  de publicidade não havia um computador sequer em departamento algum, era tudo feito a unha mesmo, em enormes e saudosas pranchetas de madeira, revestidas de plástico verde, em meio a muitas e muitas tintas, pincéis e papéis maravilhosos.

Nossa… que nostalgia bateu agora ao escrever sobre isso! Chego quase a sentir o cheiro dos materiais, até mesmo da famosa cola de sapateiro que não podia faltar para fazer um bom past-up (a moçada de hoje nem imagina o que era isso!), mas que deixava nossa sala sempre com aquele cheirinho de cola, de benzina. Sim… nós éramos todos cheiradores de cola, no bom sentido, vamos deixar bem claro!  😀 😀 😀

A memória olfativa sempre foi o meu forte. Sinto saudade dos cheiros… dos caríssimos guaches e ecolines holandeses da Talens (não tenho como não citar a marca, pois era padrão de qualidade indiscutível e indispensável a um bom estúdio de arte). E os papéis Schoeller então? Que maravilha! E que luxo era poder usar esse papel todos os dias, numa época em que artigos importados eram complicadíssimos de serem adquiridos aqui no Brasil. E o nanquim e suas canetinhas? Todo o ritual para deixá-las livres dos fatídicos entupimentos! Ah… tudo isso fazia parte, era nossa rotina dentro do estúdio. Mesa de luz, vegetal Gateway, e por aí vai!

Fotoletra, fotocomposição, Letraset… ai ai…que fim levaram!?

Reuniões com os clientes e muitos layouts e artefinais decorrentes disso. Noites viradas para entregar uma campanha a tempo! Tudo isso ficou lá atrás, quando mudei meu foco de trabalho, na mesma época em que a computação gráfica dava seus primeiros passos para chegar ao país.

Mas existem coisas que sempre estarão presentes, como o logotipo, por exemplo, pois em qualquer área que você atue, uma boa identidade visual se faz necessária e você acaba se envolvendo com isso. Sim, “logotipo” e nunca uma “logomarca”, que é um termo errado e redundante, embora muita gente erroneamente o utilize. Isso agora lembrou-me que, já na época,  me deparava com algum cliente querendo que eu desenvolvesse uma “logomarca”. Eu desenvolvia “logotipos”, uma de minhas especialidades. Adorava! Eu era boa nisso!

E você pode me perguntar… onde está o erro de “logomarca”, já que esse termo é bastante utilizado? Simples… a palavra “logomarca” é composta de duas palavras “logo + marca”. O termo “logo” significa conceito, idéia, significado, e vem de “Lógos” (grego). E “marca” vem de “marka” (germânico), que traduzido para o latim é “signum”, que é o mesmo que “significado”. Então chamar de “logomarca” seria o mesmo que chamar de “significado + significado”, uma redundância sem sentido. 😮

“logotipo” é formado de “logo + tipo”. “Logo” já sabemos o que significa, e “tipo”, vem de “týpos” (grego) que, nesse caso, significa sinal ou símbolo. Então, “logotipo” significa, acertadamente, “símbolo de um conceito”. Esse símbolo deve passar o conceito de uma empresa, que pode ser em forma de letras, palavras, desenhos ou tudo isso junto. Viu só a diferença?

Ah… desde aquela época já existia essa confusão! E nem sei porque me veio tudo isso a cabeça agora! Acho que hoje tive apenas um ataque de nostalgia . Saudade de toda a agitação criativa que era um estúdio de artes gráficas e um departamento de arte de uma agência. Vivíamos às voltas com compassos, gabaritos, esquadros, aerógrafos, e muito mais! Hoje quase tudo é feito digitalmente. Agilizou e evoluiu incrivelmente, óbvio, pois os recursos são muito maiores hoje, mas tirou uma grande parte do glamour que tínhamos na época.

Saudade, muita! De um tempo que ficou lá atrás… 😉

Read Full Post »

Older Posts »